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quarta-feira, 30 de junho de 2010

E o filme do dia foi: POST GRAD



Marcamos de assistir a um filme hoje na Sky, eu e minhas irmãs. A mais nova fez uma cirurgia hoje para retirar os cisos, logo ela escolheu o filme de hoje. Eu super queria a Princesa e o Sapo porque já tava empolgado com o texto sobre preconceito racial que uma professora me deu hoje na aula e queria ver o "tão esperado desenho animado da Disney que tem uma princesa-protagonista negra."
Mas não, acabou sendo Post Grad.
Não reclamei não, claro. Primeiro por ser minha irmã quem escolheu. Segundo por ser Alexis Blendel a protagonista. Terceiro porque eu AMO a Alexis Blendel. E o filme também tinha Jane Lynch, a Sue Sylvester de Glee, como a mãe da Alexis, o que me fez ter mais motivos para gostar.
O filme é bem bobinho, no estilo Hollywoodiano da palavra. Piadinhas idiotas mas que fazem todos rir, romancinho besta e previsível, essas coisas. Mas dá pra aproveitar bastante o filme, mesmo que às vezes tenha me irritado.
O que mais me irritou foi ver o Rodrigo Santoro todo trabalhado no personagem esteriotipado. Ele aparece em uma cena (com uma camisa verde e amarela pendurada na cadeira escrita "Rio de Janeiro") fazendo embaixadinhas DO NADA. Não tinha nada a ver com o enredo da história. Ele tá conversando com a garota, pega uma bola, faz algumas embaixadinhas, guarda a bola e volta a falar com ela. Simples assim.
Mesmo com essa cena, digamos assim, desnecessária, houve uma grande identificação minha com a personagem da Alexis. Quer dizer, ela é esforçada e tudo mais, se forma e quando vai procurar um emprego... não acha. E eu que tô em uma situação acadêmica, achando que o curso não me escolheu (isso mesmo, eu não esperava escolher o curso e sim ser escolhido), que eu nunca vou arranjar um estágio, quiçá um emprego... Sim, eu numa crise acadêmica-profissional dessas assistindo a um filme como esses.
Eu até recomendo. Todo mundo já deve saber o final do filme só de assistir ao trailer mas até vale a pena, para das umas boas risadas e, como no meu caso, se ver na protagonista. Não vá com muitas espectativas.
Num post futuro eu falo do filme que assisti ontem, que mudou minha vida. LINDO. *-*

Agora vou ficar por aqui porque eu já usei a palavra "quiçá" e tô me achando Machadiano. E não sei se tô gostando do rumo que o Ruminando tá levando não. Tô escrevendo muito pouco e quando faço é pra falar de filme! Isso aqui tá parecendo um blog de review!

Mas mesmo assim irei no meu tempo e aonde minhas vontades forem me levar.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Glee, True Blood e vídeos novos

Só porque eu tô meio aéreo em relação a seriados. Quem me conhece sabe que eu AMO seriados, que sou viciado, que sigo uns mils, bla bla bla. Mas atualmente tô meio out.
Baixei Ugly Betty e nem assisti ainda. Gossip Girls, 90210 e Heroes eu nem ao menos baixei. Dawson's Creek comecei mas nem pilhei. rs

Mas folheei os sitesblogsmodernetes da vida e vi esses vídeos. Esse primeiro é do retorna da primeira temporada de Glee, dia 14 de Abril.



Agora o de True Blood. É só um teaser para a terceira temporada, mas é bem genial. Simples, rápido e já dá a vontade de ver mais.



SMACK pra quem não tem mais o que falar no blog. Mas JURO que começarei a levar issaquê a sério. Gosto daqui. rs

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Glee cancelada!

Calmaê, não é a série que foi cancelada não, e sim sua apresentação no Thanksgiving Parade.
Os atores-cantores-dançarinos de Glee foram convidados para cantar, fazer uma apresentaçãozinha na parada, só que como a celebração é transmitida pelo canal NBC, eles foram vetados.
Tipo, isso tudo é medo de um seriado do canal concorrente que tá crescendo enlouquecidamente, bls? E vale lembrar que Glee foi a primeira série a ser renovada, nessa leva de seriados do outono e pans.

Beigos pra quem tem invejeenha!
muach:*

National Equality March

Em Washington teve o National Equality March, uma mobilização estadunidense em que todos marcham por igualdade, racial, sexual, de gênero, entre outros. E como não podia faltar, Lady Gaga Estava lá para marchar pelos direitos Gays. Ela fez um discurso e tudo mais.



Não foi aquela grande festa louca que são as paradas do orgulho gay, mas sim uma coisa mais séria mesmo. Cynthia Nixon, a Miranda de Sex and the City, que é lésbica, casada e com filho, estava lá também pra dar suporte.

E na noite anterior, teve um jantar mega chic para Human Rights Campaign com direito a pessoal de Glee e tudo mais. Taí uma foto que encontrei no twitter da Amber Riley, que faz a Mercedes no seriado (@MsAmberRiley)

No qual Obama discursou e citou Lady Gaga. A deeva, aplaudiu de pé o presidente. E depois cantou Imagine.



domingo, 4 de outubro de 2009

Glee - Somebody to Love

Vídeo de Glee da semana.
Demorou, mas tô colocando.



Porque, né. Deveria virar post semanal.
RACHEL (L)

sábado, 26 de setembro de 2009

Glee - Single Ladies

Já chegaram pra mim dizendo que Glee é coisa de "losers cantantes," mas essa pessoa nem ao menos parou pra assistir sequer um episódio do seriado.
Como pode dizer isso, quando jogadores de futebol desengonçados dançam Single Ladies em um jogo? COMO?!



If you liked than you should've put a ring on it!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Glee - "Don't Stop Believing!"

Eu estava assistindo The Simpsons na Fox hoje, esperando o laptop esfriar, quando no intervalo passa essa chamada do novo seriado, Glee. Era um coralzinho de 5 pessoas, cantando You're The One That I Want de Grease. Achei interessante e tudo mais, e vim pro youtube averiguar isso direito. Peguei esse sneak peek [que tá no final do blog] e assisti. Isso logo me encantou. Procurei episódios pra baixar no orkut e só encontrei um: o piloto.
Parecia que tudo estava conspirando para que eu assistisse esse episódio hoje. A internet nunca foi tão rápida em toda sua vida, e fez o download em menos de meia hora. Parei tudo pra assistí-lo.
Glee não só é um seriado-musical muito engraçado mas também muito tocante. Misturando doses de humor com questões de aceitação, de seguir seu coração, ir contra os padrões pré-estabelecidos e muito valorizados pela sociedade. Cenas como quando Mercedes fica revoltada por ficar no backing vocal e solta "I am Beyoncè! I aint Kelly Rowland!", ou quando Finn usa a desculpa por ter faltado treino de Football porque teve que ajudar a mãe recém operada da próstata, são engraçadas mas sem exageiro.
As músicas perfeitas, e até os sons de fundo das cenas que são todos [se tem nome, não sei como é] como treinozinhos de vocal, são muito empolgantes, divertidas e não discriminam gosto nenhum: desde Grease até Amy Winehouse.
Mas o que mais emociona é o fato da série chegar logo no piloto e gritar: "Olha, não importa quem você ou o que te dizem. Siga seu coração, e faça o que te faz feliz e não pare porque isso é visto com maus olhos ou porque você pode ser ridicularizado. Vá em frente, colega!". E isso é lindo!
Tudo bem, acho que me empolguei demais. Mas é que passei e ainda estou passando por situações como essa de ter que deixar de fazer o que gosto pelo julgamento das pessoas, porque não vai dar certo pra mim no momento ou mesmo porque tenho medo demais de fazer. Essa moral do seriado apenas tocou numa ferida que ainda está aberta e eu tentava esconder.

Mais uma vez, tô mega sentimentalzinho. Mas oi, seriado novo que COM CERTEZA vou seguir e aconselho a todos [ok, quem vai ler isso?] a fazer o mesmo.

 
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